Obesidade adulta e infantil

A obesidade é doença crônica e merece tratamento contínuo, individualizado e livre de julgamento.

Avaliação completa

Vai muito além do peso: composição corporal por bioimpedância, exames metabólicos, rastreamento de comorbidades (apneia, esteatose, diabetes) e investigação de causas secundárias.

Opções terapêuticas

  • Reeducação alimentar com nutricionista
  • Estímulo à atividade física estruturada
  • Medicações modernas (análogos de GLP-1, dupla ação GIP/GLP-1)
  • Suporte psicológico/psiquiátrico quando necessário
  • Indicação criteriosa de cirurgia bariátrica

Acompanhamento longo prazo

Obesidade exige acompanhamento contínuo. O foco é saúde, função e qualidade de vida — não apenas a balança.

Perguntas frequentes

Quando tomar Ozempic, Wegovy ou Mounjaro para emagrecer?+

Indicados em IMC ≥ 30 (obesidade) ou IMC ≥ 27 com comorbidades (diabetes, hipertensão, esteatose, apneia). A prescrição é individualizada, com avaliação de contraindicações (histórico de câncer medular de tireoide, pancreatite, gestação) e acompanhamento médico.

GLP-1 causa perda de massa muscular?+

Toda perda de peso acentuada perde algum músculo. Por isso o tratamento exige alimentação rica em proteínas, treino de força e acompanhamento por bioimpedância, especialmente em mulheres na menopausa e idosos.

Qual a diferença entre semaglutida e tirzepatida?+

Semaglutida (Ozempic/Wegovy) age apenas no receptor GLP-1. Tirzepatida (Mounjaro) é agonista duplo GIP/GLP-1, com perda de peso média maior nos estudos (~20% vs ~15%). A escolha depende de disponibilidade, custo, tolerância e comorbidades.

Cirurgia bariátrica é melhor que medicação?+

Depende do caso. Bariátrica oferece perda de peso maior e mais duradoura em obesidade grave (IMC ≥ 35–40) e doenças associadas. Medicações modernas (GLP-1/GIP) chegam perto em muitos pacientes e são reversíveis. A decisão é individualizada.

Posso parar a medicação quando atingir o peso desejado?+

Obesidade é doença crônica. Estudos mostram que a maior parte do peso volta em 1–2 anos após suspender GLP-1. A retirada, quando feita, deve ser gradual e com suporte de hábitos consolidados.

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